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A sua marca dentro de um documento que ela guarda

Como funciona a parceria B2B2C da BeautySet: a empresa entra com o alcance, a casa entra com as análises da Belle, e a marca da parceira viaja dentro do relatório que a pessoa salva, relê e manda para a amiga.

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Toda empresa que vende para o universo da beleza já tentou os mesmos caminhos, e todos param no mesmo lugar: a pessoa vê, e esquece. O anúncio compra alguns segundos de atenção de quem não pediu para ver aquilo. A amostra física custa produzir, custa enviar, chega uma vez e acaba, e ela não conversa nem explica. O banner aparece ao lado do conteúdo, e não dentro dele, e ninguém guarda um banner. A base de e-mail parada tem o contato de muita gente e nenhum motivo novo para falar com ela sem parecer cobrança.

O problema não é falta de canal. É falta de uma coisa boa o bastante para a pessoa querer receber, e guardar.

O que muda quando a entrega é um documento

A Belle é a inteligência artificial da BeautySet. Ela escreve uma análise séria sobre pele, cabelo, unhas ou cor, feita para aquela pessoa, a partir de um questionário curto e de uma foto quando o assunto pede. O resultado é um documento, com o que observar, o que fazer e em que ordem.

Quatro coisas acontecem com esse documento, e nenhuma delas acontece com um anúncio:

  • Ela pede. A pessoa escolhe a análise que quer, então a atenção não é emprestada, é dada.
  • Ela guarda. O relatório fica no celular dela, e ela volta nele.
  • Ela mostra. Análise de pele e de cor circula entre amigas sozinha, porque é assunto de conversa.
  • Ela indica. Depois de receber, ela ganha convites para passar adiante.

E a marca da empresa parceira está dentro do documento: no topo, no rodapé de cada página e na mensagem que anuncia a entrega. Quando a pessoa salva, imprime ou manda para a amiga, a marca vai junto em todas essas cópias.

O tamanho do palco

O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos do planeta, movimentando na casa de R$ 148 bilhões por ano, segundo o Panorama do Setor 2025 da ABIHPEC. Nos dados abertos do CNPJ da Receita Federal, de julho de 2026, são 2,44 milhões de negócios de beleza, saúde e bem-estar com CNPJ ativo, em 12 ramos. Só a parte formal. Somando a camada informal, a estimativa da casa chega a cerca de 3,9 milhões de empreendimentos.

E ele cresce: a abertura de negócios de beleza subiu 18,5% em 2025 sobre 2024, pela mesma base da Receita. Entra gente nova nesse mercado todos os dias.

Esse mapa é público. O Setograma da BeautySet cruza a base completa de CNPJ com a população do IBGE e mostra, município a município, onde o mercado está cheio e onde há espaço.

A troca, em uma linha

A empresa parceira entra com o alcance. A BeautySet entra com as análises.

Do lado da casa vêm uma cota de análises da Belle com a marca da parceira dentro do documento, a análise do segmento dela criada sob demanda quando as sete atuais não falarem do que ela vende, a conta criada de cada pessoa que recebe, porque análise pressupõe conta, e a medição aberta do funil, do convite até a indicação.

Do lado da empresa vem o alcance qualificado, pelo caminho que ela escolher: divulgação nos canais dela com um endereço próprio, ou disparo a partir daqui com a base dela, sempre com consentimento documentado e descadastro fácil.

A cota é medida em análise entregue, e nunca em convite disparado. Quem cria conta e para antes da análise não consome nada da cota.

Sete análises no ar, e outras sete no laboratório

No ar hoje estão a análise estética, a classificação de pele na escala Fitzpatrick, a coloração pessoal, a idade facial aparente, a rotina de skincare, a triagem de pele, unha e cabelo, e o visagismo.

No BeautyLabs, a prateleira do que vem depois, estão outras sete já desenhadas, esperando a parceira que vai estrear com o nome dela em cima: cronograma capilar, rotina corporal, maquiagem para o seu rosto, projeto de evento, evolução entre relatórios, segurança do atendimento e relatório do mês do negócio.

Análise nova nasce quando uma parceira pede, e não antes. Cada uma exige questionário próprio, referências, curadoria e teste com gente de verdade. Quem pede escolhe o assunto, participa do desenho das perguntas e estreia com a marca dentro do documento desde o primeiro relatório entregue.

A Belle é orientação estética e educacional. Ela não diagnostica, e diz isso em todo relatório, com todas as letras. É o que mantém a peça confiável para quem lê e segura para a marca que está dentro dela.

A prova, e ela não é nossa

Na primeira campanha, em cinco dias, 19 pessoas escreveram alguma coisa por conta própria sobre a análise que receberam. Ninguém foi convidado a avaliar. A nota média das avaliações escritas dentro do aplicativo foi 5,0, sem nenhuma abaixo de cinco.

O que elas escreveram tem sempre a mesma forma: elas contam o que vão fazer com aquilo. "Me ajudou a entender o que eu preciso e a organizar o meu tempo para cuidar da pele." "Já salvei o relatório, e estou passando para as minhas filhas fazerem também." "Achei a resposta muito legal, e bem realista. Vou compartilhar com outras mulheres."

E do outro lado do balcão, a profissional que rodou a campanha: "Tive muito mais alcance do que com uma campanha em rede social, onde a gente gasta muito dinheiro e tem pouco retorno. E ela é mais atrativa para o meu público do que qualquer vídeo que eu faça mostrando um procedimento."

A conta

Nos cinco primeiros dias saíram 521 convites e foram entregues 33 análises, a R$ 4,36 cada uma. O custo por pessoa nova que criou conta na campanha ficou em R$ 3,51. As taxas de mercado pesquisadas na mesma semana para anúncio em rede social ficaram em R$ 137,65 no setor de beleza e R$ 206,23 considerando todos os setores.

A leitura honesta desse número: "converter" não quer dizer a mesma coisa nas três linhas. No anúncio, a conversão medida é uma compra; aqui, é uma pessoa que criou conta e recebeu uma análise dela. São eventos diferentes, e por isso a comparação vale como ordem de grandeza, e não como empate técnico.

O que a comparação mostra sem sombra de dúvida é o custo do alcance: aqui não existe mídia paga, o convite anda pelo canal que a parceira já tem, e o único desembolso é a análise em si.

O funil dos cinco dias, medido etapa por etapa: metade dos convites foi aberta (50,7%, contra 30,5% de média de e-mail no setor), 44,4% de quem abriu criou conta, 80,5% de quem criou conta chegou à análise, e 36,4% de quem recebeu a análise indicou alguém.

O alcance que ninguém precisou comprar

Quem termina a análise encontra, no fim do próprio relatório, o convite para indicar quem também merece. Cada indicada recebe um convite igual. A cada três pessoas indicadas que criam conta, quem indicou ganha mais um convite, para fazer uma análise diferente da que já fez.

O teto de convites cai a cada geração, de 50 para 10, 5, 4, 3, 2, 1 e fim. A corrente cresce sozinha e para sozinha, sem ninguém precisar desligar nada.

Na primeira campanha ela andou quatro gerações em cinco dias, com 50 indicações feitas por 14 pessoas. E aconteceu uma coisa que não estava no plano: três pessoas indicaram dez ou mais amigas cada uma, e vieram pedir mais convites para continuar indicando. O convite deixou de ser um presente que se recebe e virou uma coisa que a pessoa quer distribuir.

Cada geração leva o mesmo relatório, com a mesma marca dentro, para gente que ninguém precisou comprar. A parceira paga a cota que combinou, e o que a corrente acrescenta em cima disso não consome convite dela.

Como começa

A primeira parceria nasce como um piloto de tamanho curto, definido na conversa. Ele existe para as duas partes verem o mesmo número antes de qualquer compromisso maior: uma cota pequena com prazo e escopo escritos em contrato, um caminho de divulgação só, medição desde o primeiro dia, e renovação decidida pelo resultado.

Começar pequeno também é o nosso argumento: ninguém precisa acreditar em promessa quando dá para olhar o primeiro lote. No fim do piloto são cinco números na mesa, e eles não são de interpretação: quantos convites saíram, quantos abriram, quantas contas nasceram, quantas análises foram entregues e quantas indicações vieram depois.

A leitura do funil é a mesma que a equipe da casa usa por dentro. Não existe um painel para nós e outro para a parceira.

E a análise não precisa ser a única coisa

Ela abre a porta uma vez. Depois de aberta, a parceria pode ter promoções para quem está na plataforma, produtos na loja de brindes em troca de convites e de análises, e um espaço próprio da marca aqui dentro. Tudo no mesmo contrato, cada coisa entrando no momento que fizer sentido, e tudo passando pela curadoria antes de qualquer pessoa ver.

Do lado de dentro estão as Beauties, que são as donas dos negócios, com o Portfólio, o Set e a agenda delas aqui. São elas que escolhem o produto, o curso e o fornecedor, e são elas que levam a marca da parceira até as clientes. E estão as clientes delas, que chegam pela análise e ficam pela Beauty. É o mesmo público, alcançado por dois caminhos que se reforçam.

A próxima tomada

A plataforma está no ar e a Belle já escreve. Falta a sua marca dentro da análise.

O próximo passo é uma conversa de meia hora para entender o seu público e desenhar o piloto. Dela sai uma proposta escrita, com cota, caminho de divulgação e prazo. O que você precisa ter é um público seu para convidar, por qualquer canal, e vontade de medir o resultado com a gente.

O material completo da campanha, cena a cena, está em beautyset.com.br/pitch-parceiras. Para falar com a gente: contato@beautyset.com.br.

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